“Ô moça do sorriso grande, tão querendo levar sua paz, roubar seu sorriso e apagar seu brilho. O mundo é feio, mas ele para quando você rir, ele se diverte quando você conta suas piadas sem graças. Ô moça, tão querendo te fazer chorar, querem que você se mostre fraca. Mas a gente sabe que você não é fraca, você talvez não saiba, mas é tão forte, que o mundo quer roubar isso de ti também. Ô moça do coração gigante e dos olhos pequenos, a sua hora está chegando, enquanto isso espera sorrindo, porque enquanto você sorrir, a gente sabe, que amanhã tudo vai ficar bem.”
Desconheço autoria
Não importa, com o tempo a gente aprende. Aprende que as coisas da vida nem sempre saem do jeito que a gente pensa que deveria ser, a gente aprende que as coisas nem sempre dão certo. Isso leva tempo, claro, mais funciona. Aprendemos que é preciso chorar para aliviar, é preciso sorrir para demonstrar, é preciso sentir […] Com o tempo, eu aprendi que devemos ter certa atitude das coisas, devemos dizer o que é preciso e devemos nos afastar do que nos faz mal. Devemos ter decisões que serão tomadas para o nosso bem, devemos optar pelo verdadeiro. Pode parecer pouco tempo, mais já foi o suficiente para aprender lições.— amordeparis
Eu acabei superando tudo que passei, foi difícil, mas a gente supera. O tempo foi passando e eu fui cada vez mais me afastando de todos (…) Fui me importando cada vez menos, ligando menos, observando menos, parando de correr atrás, e as dores foram se tornando cada vez menores. Hoje, acredito. Acredito que se você quer ser feliz, basta tentar cada vez mais. Se não quer chorar pelos mesmos motivos, basta não ir atrás, não procurar, não buscar. Acredite, depois das lágrimas irá surgir um lindo sorriso, pois são as mágoas que nos fazem aprender cada vez mais, são elas que nos preparam para a vida. Depois que eu afastei eu notei quem se importou, sabia? foram 3 ou 4 no máximo, mais posso dizer com orgulho, são esses poucos que se importaram que são considerados os verdadeiros, para mim. — amordeparis
Sim, hoje em dia eu sou grossa, seca e calada. Sou, além de tudo, sozinha. Gosto de mim deste modo, até porque todos já foram assim comigo. Me fascinei como “amigos” desapareceram, sem deixar rastros. Me notei sem ninguém ao meu lado. Já notei que me usam como “amigo reserva”. Vi que ninguém precisava de me ter por perto, até porque ninguém queria. Eu não sou obrigada a aguentar isso tudo sozinha, mas tive que aguentar firme por mim. Notando bem, isso machuca, mas ao mesmo tempo, me faz acostumar. Não fiz mais amizades, não fui atrás de ninguém, pois sabia que “novas amizades” às vezes resulta em abandono. A verdade é que ninguém se preocupa em te ouvir, não é mesmo? Ninguém te procura para saber se você está bem. E foi assim que descobri que não existe ninguém melhor para guardar as suas confidências do que você mesmo. Que é bom saber que não terá ninguém para ouvir-lo e logo de pois julgá-lo. Que é ótimo amá-lo à si próprio assim como um melhor amigo. Que, ao se afastar das pessoas, você nada menos se encontrou. — Júlia, amordeparis
Júlia; (amordeparis)
Júlia; (amordeparis)